Uma noite que começou como um encontro descontraído entre um advogado e duas jovens, em uma churrascaria do Setor de Clubes Sul, em Brasília, terminou em confusão, acusações cruzadas e registro policial. O episódio, ocorrido na madrugada de domingo (7/12), chegou à 5ª Delegacia de Polícia e ganhou repercussão devido aos elementos inesperados e às versões conflitantes.
Encontro casual e clima de sedução
De acordo com o Boletim de Ocorrência, as jovens participavam de uma confraternização quando trocaram olhares com o advogado Hans Weberling. Ele relatou que houve aproximação espontânea, conversa fluida e evidente clima de sedução.
Ainda na churrascaria, segundo o advogado, o trio trocou carícias e decidiu seguir para o escritório dele, onde o encontro continuaria em ambiente reservado.
Versões divergentes dentro do escritório
Ao chegarem ao local, no entanto, as narrativas passam a divergir.
O advogado afirma que o clima de intimidade se mantinha e que o encontro caminhava para uma relação consensual a três. Já uma das mulheres declarou à Polícia Civil que jamais aceitou envolvimento íntimo e que se sentiu pressionada pela insistência do advogado.
Cobrança de R$ 10 mil e início do barraco
Segundo uma das jovens, para que a noite avançasse seria necessário um valor de R$ 5 mil para cada uma, totalizando R$ 10 mil — um suposto “padrão de luxo”.
O advogado reagiu dizendo:
“Pode chamar até o Papa que eu não vou pagar.”
A frase detonou o barraco.
Polícia Militar é acionada
A Polícia Militar chegou ao escritório e encontrou os três discutindo de forma acalorada. Sem consenso, todos foram conduzidos à delegacia para esclarecimentos.
A investigação segue em andamento. Nenhum envolvido foi formalmente indiciado até o momento.
⚠️ Caso acende alerta na classe jurídica
Embora pareça apenas uma confusão de vida pessoal, o episódio reacendeu debates entre advogados sobre:
- vulnerabilidade profissional,
- exposição pública,
- repercussão instantânea nas redes,
- e ausência de suporte institucional quando a situação aperta.
Um erro, um vídeo, uma acusação — e a carreira inteira pode virar pó antes mesmo de qualquer investigação.
🟤 A analogia institucional: quando a OAB promete proteção, mas…
A situação ganhou ainda mais força porque muitos advogados passaram a usar o episódio como metáfora da própria relação com a OAB.
Nas palavras de vários profissionais, a OAB teria se transformado, há anos, em um verdadeiro “cabaré institucionalizado”: um ambiente onde discursos sedutores sobre defesa das prerrogativas encantam na teoria, mas somem na prática na hora em que o advogado está vulnerável.
📌 O exemplo da eleição online — duramente criticada e apontada como inconstitucional
O uso de eleições pela internet pela OAB — modelo que não é validado pela Justiça Eleitoral — é frequentemente citado como símbolo de um sistema que opera com aparência de modernidade, mas que desrespeita fundamentos básicos.
O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já declarou que o voto pela internet viola o sigilo constitucional, sendo impossível garantir:
- ausência de coação,
- inviolabilidade do voto,
- fiscalização adequada,
- lisura do processo.
O então secretário de TI do TSE, Giuseppe Janino, afirmou:
“A impossibilidade de se instituir o voto pela internet não está relacionada à tecnologia. O principal motivo é a segurança para o eleitor, garantida pelo voto secreto.”
Ou seja: a OAB vende discurso democrático, mas pratica um método eleitoral que a própria Justiça Eleitoral considera arriscado.
🛡 Porque no fim do dia… quem vai proteger você?
Se até um encontro mal pensado pode virar caso de delegacia, imagine uma acusação de cliente, um desentendimento profissional, um processo disciplinar ou uma exposição viral.
E aí?
Vai esperar que o “cabaré institucionalizado” da OAB apareça para te defender?
Ou já percebeu que, na prática, o máximo que oferecem é um abraço institucional?
Proteção real não é promessa. Não é discurso. É ação — e imediata.
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E adivinha?
Esse alguém não é a OAB.