Brasília — "Negar as prerrogativas da advocacia é negar a própria cidadania". Com esse lema, maturado em uma luta que chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e vivida na pele, o advogado Java Lacerda lançou na capital federal a Liga Pela Justiça. O objetivo é claro: organizar a base, proteger a profissão e devolver voz a quem sustenta o Estado de Direito no cotidiano.
Para Lacerda, a iniciativa nasce como resposta direta a "um sistema que prefere uma advocacia isolada, fragilizada e com medo". Em vez de esperar por mudanças de cima, a proposta é formar uma frente de resistência com ferramentas concretas — e com protagonismo dos próprios advogados.
No centro da estratégia está a Dona Prerrogativa, uma assistente jurídica com inteligência artificial que servirá como arsenal tecnológico para acelerar pesquisa, elaboração de peças e respostas de prerrogativas. "Tecnologia não é fim; é instrumento de proteção da Cidadania", resume.
O lançamento em Brasília marca a abertura da primeira seleção de 15 Fundadores da Liga Pela Justiça — advogados e advogadas com perfil combativo, dispostos a liderar, se posicionar e enfrentar o sistema quando necessário.
"A OAB não vai nos salvar. Mas a tecnologia, nas mãos de advogados corajosos e organizados, pode devolver o protagonismo que nos foi tirado. Isto não é um convite para um curso; é uma convocação para a linha de frente."
— Dr. Java
Convocatória oficial
As inscrições para a seleção dos 15 Fundadores estão abertas por tempo limitado. Advogados interessados em liderar o movimento podem conhecer o manifesto e aplicar para uma das vagas no site oficial:
Contexto em vídeo
Assista a um dos momentos que projetaram a "ginga jurídica" do Dr. Java no debate nacional.